QUEBRADA INFORMADA
Em 4 de outubro de 2026, quase 158 milhões de brasileiros foram às urnas para escolher, de uma só vez, o presidente da República, 27 governadores, 54 dos 81 senadores, 513 deputados federais e 1.035 deputados estaduais. Foi uma eleição de margem mínima: Flávio Bolsonaro e Lula chegaram ao segundo turno separados por cerca de 2,2 milhões de votos, a menor diferença desde a redemocratização. No caminho, deepfakes, boatos de fraude e episódios de violência política fizeram da informação o principal campo de batalha da campanha.
É nesse cenário que Quebrada Informada acompanha seis jornais periféricos que cobriram a eleição de dentro dos seus territórios, de São Paulo ao Rio de Janeiro. Enquanto o país discutia quem ganharia, eles perguntavam o que cada voto muda na rua, na laje e no ponto de ônibus, e levavam à disputa nacional as histórias que costumam ficar de fora.

#Série
Uma eleição decidida por margem mínima, uma enxurrada de desinformação e seis jornais periféricos contando a história de quem vive na quebrada.
A série documental Quebrada Informada acompanha as eleições de 2026 com a Agência Mural de Jornalismo das Periferias, Voz das Comunidades, Fala Roça, Nós, Mulheres da Periferia, Periferia em Movimento e O Cidadão.
Todos os episódios








#Reportagem
O que é jornalismo periférico?
No Brasil, sete em cada dez pessoas já se depararam com algum tipo de notícia falsa, segundo pesquisa realizada pelo DataSenado (2024). Em um país imerso nas fake news, o jornalismo periférico é uma alternativa relevante no combate à desinformação nas comunidades. Esse modelo de comunicação pode ser compreendido como uma forma de produção jornalística feita por e para moradores de territórios periféricos.

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